Vitória com Carille mostra presença ofensiva, mas empata com Mirassol no Brasileirão
Carille apostou em uma circulação mais fluida e funcional, com Lucas Braga e Osvaldo alternando posições e criando espaços pelos lados
Carille ajusta circulação e presença ofensiva
O Vitória de Fábio Carille começa a dar sinais claros de evolução tática, especialmente no setor ofensivo. No empate por 1 a 1 com o Mirassol, neste sábado (26), o Rubro-Negro apresentou maior presença na área adversária e um volume de jogo mais consistente em relação ao que se via sob o comando de Thiago Carpini. A movimentação sem bola, a troca de passes e o número elevado de finalizações demonstram uma equipe mais organizada e agressiva no terço final do campo.
Carille apostou em uma circulação mais fluida e funcional, com Lucas Braga e Osvaldo alternando posições e criando espaços pelos lados. Ronald e Maykon Jesus ofereceram apoio constante e facilitaram as transições, permitindo que o Vitória chegasse com mais frequência à meta defendida pelo Mirassol. As oportunidades criadas, como os chutes na trave de Kayzer e Osvaldo — reforçam a proposta de um time que busca o gol com mais intenção e repertório.
Apesar do bom volume ofensivo, a equipe ainda sofre com a falta de eficiência nas finalizações. Foram várias chances desperdiçadas, inclusive dentro da área, que poderiam ter garantido os três pontos. A movimentação ofensiva funcionou, mas faltou o acabamento, algo que Carille já havia identificado como ponto a ser corrigido desde sua chegada.
Dificuldades
No setor defensivo, o Vitória oscilou. A zaga teve dificuldades para conter os avanços pelos flancos e a bola aérea defensiva ainda mostra fragilidades. O gol sofrido por Edson Carioca, em jogada pela esquerda, escancarou a lentidão no ajuste da marcação. Ainda assim, Gabriel Baralhas, com mais liberdade, foi eficiente ao aparecer como elemento surpresa e marcar o gol rubro-negro de fora da área.
O treinador também soube reagir aos momentos de pressão do adversário. As substituições pontuais e o reposicionamento de jogadores durante a partida ajudaram a segurar o ímpeto do Mirassol no segundo tempo, especialmente após o desgaste físico do elenco baiano. A equipe manteve uma estrutura defensiva sólida, apesar dos sustos pontuais.
Situação do vitória no Brasileirão
Com o empate, o Vitória ainda precisa somar mais vitórias para se distanciar da zona de perigo. No entanto, a atuação deste sábado indica que, com Carille, o time já começa a encontrar um padrão tático mais definido, competitivo e propositivo, características ausentes nas últimas rodadas da era Carpini.
O Vitória vive uma situação delicada no Campeonato Brasileiro, ocupando a 15ª posição com 17 pontos em 17 jogos, o que representa uma média baixa de aproveitamento. Apesar da reação recente sob o comando de Fábio Carille, com melhora no desempenho e maior presença ofensiva, o time ainda se mantém muito próximo da zona de rebaixamento, separado apenas por três pontos do Vasco, 16º colocado.
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Carille ajusta circulação e presença ofensiva
O Vitória de Fábio Carille começa a dar sinais claros de evolução tática, especialmente no setor ofensivo. No empate por 1 a 1 com o Mirassol, neste sábado (26), o Rubro-Negro apresentou maior presença na área adversária e um volume de jogo mais consistente em relação ao que se via sob o comando de Thiago Carpini. A movimentação sem bola, a troca de passes e o número elevado de finalizações demonstram uma equipe mais organizada e agressiva no terço final do campo.
Carille apostou em uma circulação mais fluida e funcional, com Lucas Braga e Osvaldo alternando posições e criando espaços pelos lados. Ronald e Maykon Jesus ofereceram apoio constante e facilitaram as transições, permitindo que o Vitória chegasse com mais frequência à meta defendida pelo Mirassol. As oportunidades criadas, como os chutes na trave de Kayzer e Osvaldo — reforçam a proposta de um time que busca o gol com mais intenção e repertório.
Apesar do bom volume ofensivo, a equipe ainda sofre com a falta de eficiência nas finalizações. Foram várias chances desperdiçadas, inclusive dentro da área, que poderiam ter garantido os três pontos. A movimentação ofensiva funcionou, mas faltou o acabamento, algo que Carille já havia identificado como ponto a ser corrigido desde sua chegada.
Dificuldades
No setor defensivo, o Vitória oscilou. A zaga teve dificuldades para conter os avanços pelos flancos e a bola aérea defensiva ainda mostra fragilidades. O gol sofrido por Edson Carioca, em jogada pela esquerda, escancarou a lentidão no ajuste da marcação. Ainda assim, Gabriel Baralhas, com mais liberdade, foi eficiente ao aparecer como elemento surpresa e marcar o gol rubro-negro de fora da área.
O treinador também soube reagir aos momentos de pressão do adversário. As substituições pontuais e o reposicionamento de jogadores durante a partida ajudaram a segurar o ímpeto do Mirassol no segundo tempo, especialmente após o desgaste físico do elenco baiano. A equipe manteve uma estrutura defensiva sólida, apesar dos sustos pontuais.
Situação do vitória no Brasileirão
Com o empate, o Vitória ainda precisa somar mais vitórias para se distanciar da zona de perigo. No entanto, a atuação deste sábado indica que, com Carille, o time já começa a encontrar um padrão tático mais definido, competitivo e propositivo, características ausentes nas últimas rodadas da era Carpini.
O Vitória vive uma situação delicada no Campeonato Brasileiro, ocupando a 15ª posição com 17 pontos em 17 jogos, o que representa uma média baixa de aproveitamento. Apesar da reação recente sob o comando de Fábio Carille, com melhora no desempenho e maior presença ofensiva, o time ainda se mantém muito próximo da zona de rebaixamento, separado apenas por três pontos do Vasco, 16º colocado.”}]]
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