“Eu perguntei aos jogadores para decidirem por eles mesmos. Claro que alguns deles poderiam marcar os pênaltis, outros poderiam não marcar. Mas os jogadores tentaram diante de uma pressão imensa e eu gostaria de elogiar o esforço deles”, afirmou.
Mesmo citando a pressão enorme em cima da equipe japonesa, apontada como grande surpresa da competição, o treinador afirmou que a seleção não sucumbiu. Além disso, elogiou a performance do goleiro croata Livakovic, grande estrela do jogo.
“Se sucumbimos a pressão? Acho que não. Acho que o goleiro (Livakovic) foi ótimo. Os jogadores fizeram 120 minutos muito bravamente e os jogadores que cobraram foram corajosos também. Claro que queríamos vencer e o resultado é infortuno, mas é o que há”, encerrou.
Técnico defendeu atletas e afirmou que elenco não sucumbiu a pressão de ser a surpresa da competição
