Felipe Freitas critica arbitragem e cobra VAR no Brasileirão Feminino

Após polêmica em jogo entre Bahia e América-MG, técnico questiona decisões e pede uso da tecnologia no campeonato.

Jogo polêmico 

O Bahia e o América-MG disputaram a terceira rodada do Brasileirão Feminino,  nesta segunda-feira (31). As Mulheres de Aço sentiram a pressão do clube mineiro, ainda assim, não perderam as oportunidades que apareceram para balançar as redes. 

A partida terminou empatada em 1 a 1, com gols de Pimenta, para as mineiras, e Rhaizza, para o tricolor. O jogo foi marcado por muita disputa, momentos de tensão e polêmica, especialmente em relação a arbitragem. Pouco tempo depois das baianas marcarem, a goleira Yanne foi expulsa da partida.

Polêmica e críticas à arbitragem

A expulsão da goleira Yanne gerou indignação entre as jogadoras e comissão técnica do Bahia. Ainda no começo da partida, a goleira saiu da área para dividir bola com Radija – jogadora do time adversário – e cometeu a suposta falta. No primeiro momento, a árbitra Suellen das Graças, levantou o cartão amarelo, porém, após conversar com a assistência, ela mudou a marcação e expulsou a arqueira Tricolor. 

Arbitragem do  Brasileirão Feminino A1 - América-MG x Bahia
Arbitragem do Brasileirão Feminino A1 – América-MG x Bahia – Foto: CBF_oficial. Flickr

Durante uma coletiva de imprensa após o jogo, o técnico Felipe Freitas argumentou que a expulsão foi excessiva, já que não se tratava de uma chance clara de gol. “O cartão poderia acontecer se fosse uma chance clara de gol. Precisa da direção, domínio, defensoras e distância para o gol. Não merecia cartão vermelho”, afirmou.

 Além disso, o técnico também expressou sua insatisfação ao criticar a arbitragem. “Detesto falar sobre arbitragem. No jogo anterior, eu falei e não foi da nossa especificamente. Hoje, na minha ótica, um erro claro da arbitragem que não pode acontecer”

A arbitragem do jogo ficou sob responsabilidade de Suellen das Graças Gonçalves, árbitra principal, auxiliada por Fabrini Bevilaqua Costa e Leandra Aires Cossette.

O pedido pelo VAR no Brasileirão Feminino

Diante da polêmica, Felipe Freitas aproveitou a oportunidade para reforçar a necessidade da utilização do VAR (Árbitro Assistente de Vídeo) em todas as fases do Brasileirão Feminino. “Tem que ter. É caro? Não é nosso problema. Faça o negócio acontecer, pegue mais patrocínio. Mas é necessário fazer com que o futebol seja melhor”, declarou.

Atualmente, o VAR é somente utilizado nas fases finais do torneio feminino, “Tá errado, precisa rever no futebol, principalmente no futebol feminino, o sistema de arbitragem. Tem VAR no masculino, tem que ter no feminino. Não falamos de equidade? Vamos falar de equidade”, acrescentou Freitas, além dele outros técnicos e jogadoras defendem a implementação do recurso já nas primeiras fases.

Como fica o Bahia? 

Com uma partida resultando em empate, o Bahia cai para a sétima colocação, somando cinco pontos em três jogos. O próximo encontro do Tricolor será contra o Grêmio, neste domingo (13), às 16h, no Estádio Airton Ferreira da Silva.

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Jogo polêmico 

O Bahia e o América-MG disputaram a terceira rodada do Brasileirão Feminino,  nesta segunda-feira (31). As Mulheres de Aço sentiram a pressão do clube mineiro, ainda assim, não perderam as oportunidades que apareceram para balançar as redes. 

A partida terminou empatada em 1 a 1, com gols de Pimenta, para as mineiras, e Rhaizza, para o tricolor. O jogo foi marcado por muita disputa, momentos de tensão e polêmica, especialmente em relação a arbitragem. Pouco tempo depois das baianas marcarem, a goleira Yanne foi expulsa da partida.

Polêmica e críticas à arbitragem

A expulsão da goleira Yanne gerou indignação entre as jogadoras e comissão técnica do Bahia. Ainda no começo da partida, a goleira saiu da área para dividir bola com Radija – jogadora do time adversário – e cometeu a suposta falta. No primeiro momento, a árbitra Suellen das Graças, levantou o cartão amarelo, porém, após conversar com a assistência, ela mudou a marcação e expulsou a arqueira Tricolor. 

Arbitragem do Brasileirão Feminino A1 – América-MG x Bahia – Foto: CBF_oficial. Flickr

Durante uma coletiva de imprensa após o jogo, o técnico Felipe Freitas argumentou que a expulsão foi excessiva, já que não se tratava de uma chance clara de gol. “O cartão poderia acontecer se fosse uma chance clara de gol. Precisa da direção, domínio, defensoras e distância para o gol. Não merecia cartão vermelho”, afirmou.

 Além disso, o técnico também expressou sua insatisfação ao criticar a arbitragem. “Detesto falar sobre arbitragem. No jogo anterior, eu falei e não foi da nossa especificamente. Hoje, na minha ótica, um erro claro da arbitragem que não pode acontecer”

A arbitragem do jogo ficou sob responsabilidade de Suellen das Graças Gonçalves, árbitra principal, auxiliada por Fabrini Bevilaqua Costa e Leandra Aires Cossette.

O pedido pelo VAR no Brasileirão Feminino

Diante da polêmica, Felipe Freitas aproveitou a oportunidade para reforçar a necessidade da utilização do VAR (Árbitro Assistente de Vídeo) em todas as fases do Brasileirão Feminino. “Tem que ter. É caro? Não é nosso problema. Faça o negócio acontecer, pegue mais patrocínio. Mas é necessário fazer com que o futebol seja melhor”, declarou.

Atualmente, o VAR é somente utilizado nas fases finais do torneio feminino, “Tá errado, precisa rever no futebol, principalmente no futebol feminino, o sistema de arbitragem. Tem VAR no masculino, tem que ter no feminino. Não falamos de equidade? Vamos falar de equidade”, acrescentou Freitas, além dele outros técnicos e jogadoras defendem a implementação do recurso já nas primeiras fases.

Como fica o Bahia? 

Com uma partida resultando em empate, o Bahia cai para a sétima colocação, somando cinco pontos em três jogos. O próximo encontro do Tricolor será contra o Grêmio, neste domingo (13), às 16h, no Estádio Airton Ferreira da Silva.”}]]  

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